Licença e ativação

Uma chave por computador, conferida no próprio computador. Sem servidor, sem conta e sem depender da internet — porque o chão de uma gráfica nem sempre tem rede, e um trabalho não pode ficar à espera dela.

Activar, passo a passo

  1. Na barra do topo, clique em Licença necessária.
  2. A janela Licença mostra o código deste computador — quatro grupos de quatro, do género 570E-EF1A-9AC2-B6D8. Clique em Copiar.
  3. Envie-nos esse código.
  4. Recebe de volta um ficheiro pequeno, com o nome da sua empresa e a extensão .impomatrix.
  5. Na mesma janela, clique em Abrir ficheiro de licença… e escolha-o. A janela fecha, o aviso desaparece da folha e o Exportar fica activo.

Também pode colar o texto da licença na caixa e clicar em Ativar. O código deste computador é sempre o mesmo, e uma licença só funciona no computador para que foi emitida.

O que a licença aguenta, e o que a invalida

O código vem da placa lógica do Mac, não do disco. Daí sai tudo o resto:

A licença continua a valer

  • Reinstalar ou actualizar o macOS
  • Formatar o disco, ou trocar o SSD
  • Instalar uma versão nova do ImpoMatrix por cima

É preciso uma chave nova

  • Um Mac diferente
  • Substituição da placa lógica numa reparação

Nos dois casos é a mesma coisa: diga-nos e emitimos. Não é uma segunda compra.

Renovar, quando a licença é anual

  • Trinta dias antes aparece um aviso na barra do topo, a contar os dias. A renovação nunca é uma surpresa descoberta às seis da tarde com um trabalho na máquina.
  • No dia, a exportação continua a funcionar mais sete dias. Uma chave a caminho por email não pode parar uma impressão.
  • Depois disso, o programa volta ao estado sem licença — abre, impõe e mostra com o aviso por cima, e deixa de gravar. Nada é apagado, nem as predefinições, nem as definições, nem ficheiros.

Renovar custa-lhe uma colagem: sabemos qual é o seu computador e mandamos a chave nova. Não tem de procurar o código outra vez.

O que o programa envia para fora

Praticamente nada, e vale a pena ser exacto — é a pergunta que o informático de qualquer gráfica faz.

  • Com uma licença perpétua: nada. Zero pedidos. Não há prazo nenhum para conferir, por isso o programa nunca sai para a rede.
  • Com uma licença anual, o programa pergunta as horas — literalmente. Faz um pedido a dois sítios conhecidos e lê a data que vem na resposta, para saber se o relógio do computador foi mexido. Não envia a licença, nem o código do computador, nem o nome da empresa, nem nada sobre os seus trabalhos. O pedido é igual ao de abrir a página inicial desses sítios.
  • Sem rede não acontece nada. O pedido tem três segundos e é feito depois de a janela já estar aberta. Uma gráfica sem internet, atrás de uma firewall ou num hotspot fechado trabalha exactamente na mesma — falhar a rede nunca é tratado como fraude.
  • Nunca há telemetria. Não se recolhe uso, nem estatísticas, nem ficheiros, em nenhuma versão.

Uma coisa dita como é. Chaves assinadas e presas a um computador impedem que o programa seja copiado de uma gráfica para outra, que é para o que servem. Não impedem alguém determinado a desmontá-lo — nenhum sistema deste género o faz, e dizê-lo é mais honesto do que prometer o contrário.